Você, assim como a maioria das pessoas que aprendem outro idioma, provavelmente já sentiu aquele “frio na barriga” ao tentar falar inglês por medo de errar, não é? Mas a verdade é que cometer erros de gramática em inglês é muito mais comum do que parece. Afinal, aprender uma nova língua envolve prática, tentativa e, claro, ajustes ao longo do caminho.
Na maioria das vezes, esses são apenas “erros bobos” que, com um pouco de atenção e a orientação certa, deixam de acontecer. E o mais importante: quando você entende a lógica por trás do idioma, o aprendizado se torna muito mais natural e rápido.
Por isso, conhecer os erros mais frequentes pode ajudar você a ganhar confiança e melhorar sua comunicação no dia a dia.
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Por que erros de gramática em inglês acontecem com tanta frequência?

Grande parte dos erros de gramática em inglês acontece porque tentamos aplicar no novo idioma a mesma lógica que usamos no português.
E isso é completamente normal no início do aprendizado. O problema é que, embora existam semelhanças entre as duas línguas, muitas estruturas funcionam de formas diferentes.
Além disso, alguns erros se repetem porque fazem parte da rotina de quem está aprendendo: esquecer verbos, traduzir expressões ao pé da letra ou seguir regras do português sem perceber.
Por isso, quanto mais você entende essas diferenças, mais fácil fica construir frases corretas e falar com naturalidade. E tudo começa pelos fundamentos da língua:
1 – O básico que muita gente esquece
Tudo começa na estrutura das frases. Frequentemente, acabamos “esquecendo” o verbo pelo caminho, isso porque no português, às vezes, nós ocultamos o sujeito. Porém, no inglês, a frase precisa estar completa para fazer sentido. Ou seja: o sujeito deve estar presente.
Além disso, a posição das palavras muda bastante, como no caso dos adjetivos que vêm antes do substantivo. Enquanto dizemos ‘casa branca’, o correto é pensar “ao contrário”.
Por exemplo: “branca casa” (White House), mantendo a característica sempre à frente.
Por outro lado, quando há um verbo na frase, a estrutura fica parecida com o português:
“My car is beautiful” → “Meu carro é bonito”.
Portanto, entender essa diferença evita confusões e melhora sua construção de frases.
2 – Pequenos detalhes que fazem diferença

Depois da estrutura das frases, outro ponto que costuma gerar dúvidas são os detalhes gramaticais do dia a dia. E, embora pareçam simples, eles fazem diferença na naturalidade da fala. Um ótimo exemplo é o uso das preposições com dias da semana.
Em inglês, sempre usamos “on”:
“On Sunday” → “No domingo”
“On Monday” → “Na segunda-feira”
Pode parecer algo pequeno, mas esse tipo de ajuste deixa sua comunicação muito mais fluida.
Além disso, muita gente também confunde o uso de “good” e “well”. Apesar de parecidas, essas palavras têm funções diferentes.
Usamos “good” para descrever algo:
“The movie is good” → “O filme é bom”
Já “well” é usado para descrever como uma ação é feita:
“I play chess well” → “Eu jogo xadrez bem”
Ou seja, escolher a palavra certa faz toda a diferença na clareza da frase.
3 – Perguntas cotidianas que confundem a cabeça
Outro ponto muito importante envolve o uso do passado. Esse é um dos erros de gramática em inglês mais frequentes entre estudantes. Quando existe uma expressão de tempo no passado, o verbo também precisa estar no passado. Mesmo assim, muitas pessoas esquecem dessa regra e acabam dizendo frases como: “Last week, I cry”. O correto seria:
“Last week, I cried” → “Semana passada, eu chorei.”
Sempre que aparecerem expressões como “last week”, “yesterday”, “last month” ou “last year”, o verbo precisa acompanhar essa ideia.
Além disso, vale lembrar que a terceira pessoa também exige atenção especial.
“She like cheese” está errado. O certo é:
“She likes cheese” → “Ela gosta de queijo”
Na terceira pessoa (he, she e it), o verbo normalmente recebe “s”, “es” ou “ies”. Apesar de parecer um detalhe simples, esse é um erro muito comum entre iniciantes.
4 – Traduções literais podem atrapalhar seu inglês

Conforme você avança no idioma, percebe que traduzir tudo ao pé da letra nem sempre funciona. E isso aparece bastante em perguntas do cotidiano. Um exemplo clássico é a expressão “como se escreve?”. Em inglês, os nativos não usam o verbo “write” nesse contexto. Em vez disso, usam o verbo “spell”. Por isso, a pergunta correta é:
“How do you spell your name?” → “Como se soletra seu nome?”.
Na prática, você não quer saber como a pessoa escreve fisicamente, mas sim como ela soletra a palavra. Além disso, a ordem das perguntas em inglês também costuma confundir bastante.
Muitas pessoas dizem: “What time it is?”. Mas o certo é dizer:
“What time is it?” → “Que horas são?”.
Isso acontece porque, em perguntas, o verbo to be vem antes do sujeito.
Entender essa estrutura ajuda você a soar muito mais natural ao conversar.
5 – Comparativos e quantidade também exigem atenção
Outro erro bastante comum envolve comparativos. Muitas pessoas dizem: “She is more tall”.
Mas a forma correta é: “She is taller” → “Ela é mais alta”.
Em inglês, adjetivos curtos normalmente recebem “-er”. Já os adjetivos maiores usam “more”, como em “more beautiful”.
Além disso, também existe muita confusão entre “much” e “many”. Como “people” é contável, o correto é dizer: “There are so many people” → “Tem muitas pessoas”.
Usamos “many” para coisas contáveis e “much” para incontáveis.
Como evitar erros de gramática em inglês na prática

Agora que você conhece alguns dos principais erros de gramática em inglês, fica muito mais fácil identificá-los no seu dia a dia. Além disso, entender o motivo de cada regra ajuda você a memorizar o idioma com mais facilidade.
Afinal, aprender inglês não é apenas decorar frases, mas compreender como a língua funciona. Por isso, ler, ouvir, repetir e praticar constantemente são passos fundamentais para evoluir.
Porém, existe algo que acelera ainda mais esse processo: aprender com um método claro e direcionado.
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A proposta é simples: ensinar o idioma de forma clara, direta e focada nos erros reais que travam os alunos.
Ou seja, você não aprende apenas teoria. Você aprende a usar o inglês de verdade.
Assim, em vez de ficar preso nas dúvidas, você ganha confiança para falar, entender e se comunicar. Se você quer evoluir com mais segurança e consistência, vale a pena conhecer o curso completo de inglês do Prof. Kenny e começar essa transformação hoje mesmo!




